Review - Assassin's Creed Chronicles: Russia


Como já estamos carecas de saber, a Ubisoft em conjunto com a Climax Studios, criou uma trilogia SpinOff da trama de Assassin's Creed original. A saga da trilogia Chronicles, começou com China (em abril/15), passando pela India em janeiro, agora no terceiro e último capítulo, Russia.


A séria Chronicles não possui um sistema muito aprofundado, bem como suas histórias, e o foco principal dessa série sempre foi na ação furtiva, e não no combate, onde é completamente desencorajado em função de seus comandos de ataques pouco amigáveis.
                      
Os três jogos incluem algumas características únicas e bem sutis. Por exemplo, em Assassin's Creed Chronicles: Russia é possível equipar uma espingarda que permite distrair os guardas ou atingi-los na cabeça. Extremamente similar às facas de China ou os Chakrams de India, com ligeiras diferenças. A maior diferença de Russia para os outros dois anteriores é que Orelov (personagem principal) já começa a aventura armado até os dentes. A introdução da segunda personagem, Anastasia, também é um diferencial bem aceito no jogo, e que está mais treinada na arte furtiva.


A narrativa utiliza como cenário de fundo, a revolução russa e concentra-se no último trabalho de Orelov enquanto assassino, antes da sua tão sonhada aposentadoria. Embora tecnicamente sejam muito semelhantes, cada jogo da trilogia apresentou um estilo visual único. E justamente este último, foi o que melhor me satisfez em aspectos gráficos, dando a impressão de estarmos jogando dentro dos antigos posters de propaganda socialista. Diferente, monocromático na maior parte do tempo, com leves toques de cores e o vermelho sangue, combinam com o enredo perfeitamente.


AC Chronicles: Russia sofre do mesmo problema comum à toda trilogia: animações belíssimas, porém lentas nos momentos em que precisa fugir/esconder. Embora sejam fundamentais para as partes de ação furtiva, por serem lentas demais, significa que o tempo de reação é muito lento para o combate. Ok, ok, mas essa não é a principal mecânica de jogo, já que ele é voltado preferencialmente ao modo stealth. Mas sua jogabilidade poderia ser melhor aproveitada nesse quesito.


Não há muito mais à ser dito sobre Russia. Trata-se exatamente do mesmo mecanismo de jogo e jogabilidade dificultada, propositadamente. As variações estão na história (trama e personagens) e em  pequenas adições nos equipamentos. Mesmo sendo basicamente TUDO muito similar aos jogos anteriores, creio ser Rússia o melhor deles.


Veja também:

http://www.gamesphera.com.br/2015/05/review-assassins-creed-chronicles-china.html

http://www.gamesphera.com.br/2016/01/review-assassins-creed-chronicles-india.html


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